Integração Java – NFE Prefeitura de Londrina v1_01

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Gostaríamos de anunciar que a FOR-J esta comercializando um componente Java proprietário utilizado para fazer comunicação com o serviço de emissão de nota fiscal eletrônica da prefeitura de Londrina. O objetivo desse componente é fornecer a infraestrutura necessária que encapsule da solução cliente detalhes da tecnologia de web service SOAP, fornecendo uma interface de comunicação de alto nível extremamente fácil, acompanhado de algumas otimizações. Juntamente com o componente, nos também oferecemos uma consultoria arquitetural para o comprador com o objetivo de direciona-lo nas opções de integração a ser adotada. Estamos à disposição para quaisquer outras informações – fernandofranzini[arroba]gmail.com ou (43)8407-4007.

“Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” Filipenses 1:21

TDD – Desenvolvimento Guiado por Testes

TDDObjetivos

Objetivo deste curso é introduzir e oferecer aos participantes conhecimentos fundamentais referentes à técnica de desenvolvimento de software dirigido por testes, que juntamente com o movimento Ágil vem revolucionando a maneira tradicional de desenvolver sistemas. O curso aborda a história do desenvolvimento tradicional, movimento ágil, uso do framework JUnit, práticas de assertivas, objetos simulados e boas práticas adotadas no desenvolvimento dirigido por testes.

Estamos com uma turma aberta com início dia 02/08 as 9:00 - http://fernandofranzini.wordpress.com/2014/07/14/curso-de-tdd-com-java-inicio-02-de-agosto/

Pré- requisitos

Tem feito os cursos JSE M1 – Programador Básico ou possuir sólidos conhecimentos relacionados ao seu conteúdo.

Duração: 12 hs
Valor R$  200,00
Forma de Pagamento: 10% de desconto a vista ou 2 vezes no cheque.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Desenvolvimento Dirigido por Testes

  • Ciclo do Desenvolvimento tradicional
  • Conceitualização
  • Manifesto Ágil
  • Ciclo do Desenvolvimento TDD
  • Benefícios TDD

JUnit

  • Conceitualização
  • Download e instalação
  • Recursos básicos
  • Exercícios

Ciclo TDD

  • Conceitualização
  • Red – Green – Refactor
  • Filosofia
  • Exercícios

Assertiva

  • Conceitualização
  • Boas práticas
  • Exercícios

Simulação de Objetos (Mock Object)

  • Conceitualização
  • Mock manual
  • Frameworks de Mocks
  • Exercícios

Boas Práticas TDD

  • Conceitualização e boas praticas gerais
  • Exercícios
  • TDD com documentação de software.
  • Exercícios
  • Custo TDD
  • Tipos de testes versus TDD.
  • Mitos gerais TDD.

Os interessados em participar deste curso pode nos enviar sua solicitação de interesse através desse cadastro.

“Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos;” Deuteronômio 7:9

Plano de Estudos – Oracle Certified Expert Java EE 6 Web Services Developer

oracle_823_bigPara aqueles interessados em investir nessa certificação, segue os links para os materiais de estudo:

“Santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,” 1 Pedro 3:15

Certificações Java

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Começe o ano fazendo seu planejamento para as certificações Java. Segue um resumo dos planos de estudos e dicas para as novas certificações Java Oracle:

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.” Isaías 40:28-29

Java Frameworks – Framework Web

framework1Segue opções para framework para o desenvolvimento de soluções web:

RIA

Full Stack Gerador

Para todas as informações, veja o post inicial.

“Ó SENHOR, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei a ti e louvarei o teu nome, porque tens feito maravilhas e tens executado os teus conselhos antigos, fiéis e verdadeiros.” Isaías 25:1

Revista Oracle Java Magazine – Julho/Agosto 2014

Sem título

Alternative Languages for the Java Virtual Machine
A look at eight features from eight JVM languages.

Production-Time Profiling with Oracle Java Mission Control
Low-overhead profiling and diagnostics for Java applications running on the JVM

Performing 10 Routine Operations Using Different JVM Languages 
Venkat Subramaniam explores the unique capabilities of Groovy, Java, and Scala.

Avoiding Benchmarking Pitfalls on the JVM 
Use JMH to write useful benchmarks that produce accurate results.

JavaFX with Alternative Languages 
Alternative languages and custom APIs enable rapid JavaFX application development

And more!

Faça donwload direto no site – Oracle Java Magazine

“porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade.” Colossenses 2:9-10

Software não é uma casa

shutterstock_64205209-1024x709Continuando com o assunto da metáfora errada, software é conhecimento inserido no meio digital. Sendo assim, é fluído. Edifícios, por outro lado, são estruturas estáticas em um mundo físico. Apesar disso, muitos comparam fazer software a construir prédios ou casas. Esse é um erro grave!

Ao longo do tempo a informática desenvolveu uma crescente inveja pela engenharia civil. Engenheiros conseguem projetar prédios que não caem e são capazes de construí-los dentro do prazo e do orçamento. Profissionais de computação, por outro lado, raramente conseguem construir sistemas bem feitos, que dirá dentro do prazo e do orçamento. “Se ao menos nós adotássemos conceitos da engenharia, talvez conseguíssemos ser tão bem sucedidos quanto os engenheiros são na construção de edifícios”. Pelo menos isso é o que se pensou, de forma equivocada.

Imitar a engenharia é o que vem sendo tentado há décadas. E o resultado tem sido péssimo, por várias razões. Talvez uma das mais importantes seja exatamente a natureza do que se está construindo. Fazer software é diferente de construir prédios, porque a natureza de um é completamente distinta da do outro. Prédio é físico, software é digital. As técnicas que se aplicam a um não se aplicam ao outro. Fazer software, como se faz prédios, é como ir para a prova de biologia tendo estudado a matéria de matemática.

Ao final da construção de um edifício, seria possível pedir aos construtores que movessem o prédio um metro para a esquerda? Normalmente não. Por outro lado, seria possível “mover um aplicativo um metro para a esquerda”? Tipicamente sim. Não é possível comprar um livro na Amazon e esperar que chegue até você dois minutos depois. Mas, é possível fazer o download de um livro em PDF, de qualquer lugar do planeta, em poucos instantes.

O mundo digital é diferente do físico. Um livro comprado na Amazon terá que passar por inúmeras etapas para chegar até você. Entre outras, será empacotado, colocado em um caminhão, depois em um navio, e então passará pela alfândega, para finalmente ser colocado em um novo caminhão e entregue na sua casa. As etapas são mais complexas, mas já dá para perceber que o caminho é tortuoso.

O livro em PDF também passa por vários servidores e redes distintas até chegar ao seu computador. Mas, como são apenas bytes em movimento, ao invés de elementos físicos, todo esse trajeto pode ser feito em menos tempo e com um custo insignificante.

Enquanto o livro físico tem que passar por inúmeros obstáculos que emperram e atrasam seu movimento, o livro digital, em PDF, flui rapidamente de uma máquina para outra. Portanto, fluidez faz parte da natureza básica de um software.

Escrever um livro não é um processo linear. Ou seja, embora possa até ter um plano do que será escrito, o autor não começa a escrever no primeiro capítulo e segue linearmente até a conclusão. Cada autor tem sua abordagem própria, mas uma coisa todos têm em comum. Em um momento estão escrevendo sobre novos assuntos, no outro estão revisando e aprimorando o que já havia sido escrito. Há um processo contínuo de ida e vinda. Da mesma forma que ele avança, ele também volta atrás e descobre formas de expressar melhor suas idéias. Até mesmo a escrita de uma simples redação passa por esse processo.

Ir e vir é natural na escrita, já que nela, alterar o que foi feito tem baixo custo e leva pouco tempo (especialmente comparando-se à construção de um prédio). Esse processo de ir e vir, que rege o mundo do conhecimento, não é adequado ao mundo físico. Não se pode construir um prédio dessa forma. É inconcebível levantar três andares e depois colocar tudo abaixo porque aprimoramos nosso conhecimento sobre o edifício. Tal abordagem seria excessivamente cara, demorada e arriscada. Mas software não é prédio, novamente software é digital. Portanto, ir e vir é economicamente viável e natural. De fato, o que mais se observa no desenvolvimento de software é a presença de mudanças. Elas ocorrem porque há um processo contínuo de aprendizado em ação. Clientes aprendem, desenvolvedores aprendem, usuários aprendem e todos esperam que o aprendizado seja canalizado para o software em construção. Todos acreditam, intuitivamente, que alterar o software é barato. E, de fato, tende a ser, sobretudo comparado ao custo de fazer alterações significativas em estruturas físicas.

O máximo que você pode fazer é usar as imagens de uma construção civil apenas de forma ilustrativa, da mesma forma que eu faço nesse post e no meu blog em geral, fora isso, não construa um software seguindo valores e princípios da engenharia civil, por que a história e as estatísticas já provaram que não funcionou e o por que que não ira funcionar.

“Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” Mateus 4:4

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