Últimas notícias do evento

Java Frameworks – Validação de Dados

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checks_pixabay-640x279Segue opções de frameworks java para validação de dados:

Segue provedores de Bean Validador:

Para todas as informações, veja o post inicial.

“A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver.” Hebreus 11:1

Oracle Java Magazine – Janeiro/Fevereiro 2017

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“E o meu Deus, de acordo com as gloriosas riquezas que ele tem para oferecer por meio de Cristo Jesus, lhes dará tudo o que vocês precisam.” Filipenses 4:19

Porque eu uso Groovy? # 1

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freedomEstes dias me perguntaram o por que eu parei de escrever meus programas Java com a linguagem Java padrão e passei a utilizar a linguagem Groovy. São vários os motivos, e hoje quero falar de alguns.

Dont Repeat Yourself – DRY

DRY é uma abreviação para o inglês Don’t Repeat Yourself, “Não se Repita”. É o primeiro princípio do desenvolvimento de software mencionado por Andy Hunt e Dave Thomas no clássico livro O Programador Pragmático. O princípio basicamente declara que não se pode fazer coisas repetidas ou duplicadas ao longo do desenvolvimento de software. Isso ocasiona alta manutenção, aumenta a complexidade, reduz a qualidade da solução final e deixa a coisa extremamente chato e cansativo de fazer.

Linguagem Java é repleta de DRY

Se você ainda não reparou, a linguagem Java padrão esta repleta de DRY, obrigando o desenvolver que a usa todos dias fazer a mesma coisa de sempre. E depois de 12 anos fazendo, eu simplesmente canseiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii 😦 .

Vamos a fatos?

Segue abaixo um simples POJO escrito na linguagem Java:
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Segue abaixo o mesmo pojo escrito em groovy:
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Vejamos os Dry’s

  1. Na linguagem java você é obrigado a digitar ponto e virgula no final de cada instrução. No groovy não, ponto e virgula é obrigatório somente se você for colocar mais de uma instrução por linha.
  2. Na linguagem java você é obrigado a digitar private para declarar atributos privados. No groovy não, pois todos os atributos de uma classe são por padrão private. Você já parou para pensar nisso? Regra básica de encapsulamento OOP diz que todos atributo de uma classe deve ser privado, ou seja, 90% dos casos, mas a linguagem java usa como padrão default? Me perdoem a grosseria, mas é muito “idiota” isso…
  3. Na linguagem java você é obrigado a digitar public para declarar a classe pública. No groovy não, pois todas as classes são por padrão publica, sendo que á maioria dos casos. Me perdoem novamente, mas é idiota igual ao item 2…..
  4. Na linguagem java você é obrigado a digitar os get’s e set’s para expor os atributos. No groovy não, pois eles serão automaticamente e dinamicamente gerado para você.
  5. Na linguagem java você é obrigado a importar pacotes básicos para outras classes como Date e BigDecimal, sendo que o único import padrão é o java.lang. No groovy não, pois por padrão o groovy define vários pacotes bases com importação automática, sendo estes já importados implicitamente java.math. e java.util.

Qual a diferença?

Parando por aqui, e pontuando somente estes 5 recursos de muitos outros existente no groovy, você já ficaria com o pojo em java com 34 linhas e o em groovy com 7 linhas. Ou seja, 485% a mais de código! Imaginando que faremos um sistema com 500 classes, multiplica ai amigo e veja quanto DRY você vai perder seu precioso tempo digitando nesse projeto.

Se liberte

Vamos a verdade? O que eu vou falar pode doer em muita gente mas é a mais pura verdade: a linguagem java é verbosa e improdutiva. Todos que começam na plataforma Java tem que aprende-la, mas depois de passar por essa fase inicial, você não é mais obrigado a usa-la. Se liberte! Seja feliz! Na JVM hoje nós temos a liberdade de usar centenas de linguagens de programação diferentes a gosto de cada “freguês”. Veja aula grátis sobre linguagens na JVM.

Observação

Estou te dizendo para trocar de linguagem de programação e não de plataforma! Você continua usando a plataforma Java e todas as mesmas opções de sempre: Spring, JPA, Hibernate, JSF, IReport etc…! Só que ao invés de programar usando a “velhinha” linguagem Java padrão, você passa a usar Groovy 🙂 . Mas já vou te avisando que é um caminho sem volta kkkk 😀 , depois de que você aprender, vai ter raiva de não ter usado bem antes!

Gostaria de aprender Groovy?

Colocamos a disposição nosso Pacote com 2 cursos de Groovy básico + avançado com 10% de desconto para você aprender uma linguagem realmente moderna, dinâmica e produtiva.

“Procurem ter paz com todos e se esforcem para viver uma vida completamente dedicada ao Senhor, pois sem isso ninguém o verá.” Hebreus 12:14

Feedback Livro: Spring TutoriaisPoint

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sem-tituloOntem eu terminei de ler o ebook Spring TutoriaisPoint e gostaria de dar minha opinião sobre. É um ótimo material de spring framework usando a versão 4.x trazendo fundamentos da parte core e alguns outros serviços básicos com TemplateJdbc, Transação e SpringMVC. O bom desse material é que ele pontua bem a questão que, para aprender spring os candidatos precisam dos fundamentos básicos de IoC e AOP. Para quem vai começar em spring, esse ebook pode ser um bom ponto de partida. T+.

“Assim também Cristo foi oferecido uma só vez em sacrifício, para tirar os pecados de muitas pessoas.” Hebreus 9:28 

Primeiro encontro técnico 2017 – SouJava

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downloadOlá pessoal , compartilhando um evento bacana sobre MicroProfile. Para começar o ano, o Soujava seguirá falando da iniciativa MicroProfile. Esta é uma iniciativa conjunta de diversas empresas e comunidade com o objetivo de criar um profile Java para a arquitetura de microsserviços. Evento acontecerá em quatro dias diferentes, um dia para cada provedor do MicroProfile, e será a partir das 19:30 e você pode assistir diretamente de sua casa.

“Que a sua felicidade esteja no SENHOR! Ele lhe dará o que o seu coração deseja.” Salmos 37:4

Serialização – Item 76

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batterdispenserCrie métodos readObject defensivamente

Sempre que você criar um método readObject, assuma a atitude de quem está criando um construtor público que tem que fornecer uma instância válida, independente do fluxo de dados a receber. Não assuma que o fluxo de bytes representa uma instância serializada real, uma vez que o ele pode ser maliciosamente manipulado. Portanto, mantenha a mesma política de um construtor validando os argumentos (Item 38), usando copias defensivas de parâmetros onde apropriados (Item 39) e não invocando métodos abertos para polimorfismo. Isso impedira qualquer violação de invariância.

Para todas as informações, veja o post inicial.

“..sintam-se felizes quando passarem por todo tipo de aflições. Pois vocês sabem que, quando a sua fé vence essas provações, ela produz perseverança.” Tiago 1:2-3

Características de um Arquiteto de Software #3

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wellroundedarchitect-1024x574-1Ser um Desenvolvedor

Fazer boas escolhas arquiteturais consiste basicamente na responsabilidade de equilibrar um ideal arquitetônico conceitual com o estado real de um sistema de software. Por exemplo, não há sentido em optar por um banco de dados de documentos a um sistema se o domínio do problema é mais adequado para um banco de dados relacional, mesmo que seja chato. Um arquiteto pode se sentir tentado a impor tecnologias ou escolhas arquitetônicas sem considerar o fundamento do problema. A melhor maneira de um arquiteto mitigar isso é gastando tempo com desenvolvedores e tempo no código. Entender como o sistema foi construído, e suas restrições, dará ao arquiteto mais informações sobre as escolhas certas para o ambiente. Para qualquer dúvidas, veja o post inicial dessa série.

“Mas o Senhor Jesus é fiel. Ele lhes dará forças e os livrará do Maligno.”2 Tessalonicenses 3:3