Sugestão EAD

Soluções Java Web Desktop, Tablet e Mobile

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JSF + PrimeFaces + Grid CSS =  Soluções completas e funcionais para uso de desktop, tablet e mobile. Veja exemplos em produção:

Desktop:

Tablet:

Mobile:

Gostaria de aprender fazer esse tipo de solução? Veja nossos treinamentos :

“Meus filhinhos , o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.”1 João 3:18

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Plugin Eclipse com Groovy

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Para todos aqueles que como eu desenvolve soluções Java com Groovy usando o Eclipse, tenho uma ótima noticia. A versão Eclipse Neon 3 com plugin Groovy Eclipse ficou muito estável, todas aqueles bugzinhos que nos acompanhavam de falta de code complition, erro de intelisense,  erro de depuração dentro de try, etc estão todas resolvidas e 100 % funcionando.

Estou usando ha 3 semanas e pelo que me parece zero bug! huhuhuhhu! Nunca vi o eclipse fazer tão bem código groovy como nessa versão. Se você usa groovy, faça uso dessa versão que não ira se arrepender. Se você ainda não usa groovy, meus pêsames xuxuzin, você deve perde seu precioso tempo escrevendo código a toa para caramba! kkkk 😀 Segue ai de sugestão nosso treinamento básico de groovy – GR1. Te aguardo por lá.

“Pois os exercícios físicos têm alguma utilidade, mas o exercício espiritual tem valor para tudo porque o seu resultado é a vida, tanto agora como no futuro.” 1 Timóteo 4:8

Contador Exerno Com Lambda Java8

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Um uso muito comum de Java é a instrução for, fazendo um contator dentro das iterações do comando. Veja um exemplo:

E com a chegada do Java 8, estamos todos praticamente deixando de fazer esse tipo de instrução, favorecendo a expressão funcional com lambda. E aí que entra o problema. Um lambda Java 8 só permite acessar variáveis externas que sejam final, aquelas que não podem ser alteradas, impedindo o pessoal de usar a mesma estrutura de um contador simples dentro da expressão funcional. Veja um exemplo:

O que fazer? Devemos continuar usando a velha e verbosa antiga estrutura mesmo com Java 8? Claro que não xuxuzinho! Engane o compilador. Use uma referência para um objeto com final, alterando o conteúdo dele como se fosse um contator. Uma forma simples, sem a necessidade de criar uma classe proprietária wrapper para isso é usar a referência de array simples com 1 elemento. Veja com se resolve:

E você? Já ta usando programação funcional com Java 8? Ou ainda ta fazendo código antigo e verboso? Sai dessa vida e seja feliz com Java 8. Veja nosso curso de Desenvolvedor Funcional Java 8.

“As tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar.” 1 Coríntios 10:13

Porque eu uso Groovy? # 2

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Estes dias me perguntaram o por que eu parei de escrever meus programas Java com a linguagem Java e passei a utilizar a linguagem alternativa de Java chamado de Groovy. São vários os motivos, e hoje quero falar de alguns.

Dont Repeat Yourself – DRY

DRY é uma abreviação para o inglês Don’t Repeat Yourself, “Não se Repita”. É o primeiro princípio do desenvolvimento de software mencionado por Andy Hunt e Dave Thomas no clássico livro O Programador Pragmático. O princípio basicamente declara que não se pode fazer coisas repetidas ou duplicadas ao longo do desenvolvimento de software. Isso ocasiona alta manutenção, aumenta a complexidade, reduz a qualidade da solução final e deixa a coisa extremamente chato e cansativo de fazer.

Linguagem Java é repleta de DRY

Se você ainda não reparou, a linguagem Java padrão esta repleta de DRY, obrigando o desenvolver que a usa todos dias fazer a mesma coisa de sempre. E depois de 12 anos fazendo, eu simplesmente canseiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii 😦 .

Vamos a fatos?

Segue abaixo um simples POJO escrito na linguagem Java:

Segue abaixo o mesmo pojo escrito em groovy:

Vejamos os Dry’s:

  1. Na linguagem java você é obrigado a importar pacotes básicos para outras classes como Date e BigDecimal, sendo que o único import padrão é o java.lang. No groovy não, pois por padrão o groovy define vários pacotes bases com importação automática, sendo estes já importados implicitamente java.math. e java.util.
  2. Na linguagem java você é obrigado a digitar ponto e virgula no final de cada instrução. No groovy não, ponto e virgula é obrigatório somente se você for colocar mais de uma instrução por linha.
  3. Na linguagem java você é obrigado a digitar private para declarar atributos privados. No groovy não, pois todos os atributos de uma classe são por padrão private. Você já parou para pensar nisso? Regra básica de encapsulamento OOP diz que todos atributo de uma classe deve ser privado, ou seja, 90% dos casos, mas a linguagem java usa como padrão default? Me perdoem a grosseria, mas é muita “bobeira” isso…
  4. Na linguagem java você é obrigado a digitar public para declarar a classe pública. No groovy não, pois todas as classes são por padrão publica, sendo que á maioria dos casos. Me perdoem novamente, mas é bobeira igual ao item 2…..
  5. Na linguagem java você é obrigado a criar manualmente os grupos de construtores que vc deseja usar para criar seu objeto. No groovy não, pois existe um recurso dinâmico chamado de “Named Parameter Constructors” que gera automaticamente e dinamicamente qualquer combinação de grupos de construtores na criação de objetos.
  6. Na linguagem java você é obrigado a digitar os get’s e set’s para expor os atributos. No groovy não, pois eles serão automaticamente e dinamicamente gerado para você.

Qual a diferença?

Parando por aqui, e pontuando somente estes 5 recursos de muitos outros existente no groovy, você já ficaria com o pojo em java com 49 linhas e o em groovy com apenas 7 linhas. Ou seja, 700% a mais de código!!!! Imaginando que faremos um sistema com 500 classes, multiplica ai amigo e veja quanto de DRY você vai perder o seu precioso tempo digitando nesse projeto.

Se liberte

Vamos a verdade? O que eu vou falar pode doer em muita gente mas é a mais pura verdade: a linguagem java é verbosa e improdutiva. Todos que começam na plataforma Java tem que aprende-la, mas depois de passar por essa fase inicial, você não é mais obrigado a usa-la. Se liberte! Seja feliz!

Dentro da plataforma Java (JVM) hoje nós temos a liberdade de usar centenas de linguagens de programação diferentes, a gosto de cada “freguês”. Veja aula grátis sobre linguagens na JVM.

Observação

Estou te dizendo para trocar de linguagem de programação e não de plataforma! Você continua usando a plataforma Java, JDK e todas as mesmas opções de sempre: Spring, JPA, Hibernate, JSF, IReport etc…! Só que ao invés de programar usando a “velhinha” linguagem Java padrão, você passa a usar Groovy 🙂 . Mas já vou te avisando que é um caminho sem volta kkkk 😀 , depois de que você aprender, vai ter raiva de não ter usado bem antes!

Gostaria de aprender Groovy?

Colocamos a disposição nosso Pacote com 2 cursos de Groovy básico + avançado com 10% de desconto para você aprender uma linguagem realmente moderna, dinâmica e produtiva.

Filho, preste atenção quando o SENHOR Deus o castiga e não se desanime quando ele o repreende. Porque o SENHOR corrige quem ele ama, assim como um pai corrige o filho a quem ele quer bem.” Provérbios 3:11-12

Manutenibilidade é o X da questão

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Levou algum tempo, mas as empresas finalmente perceberam que, para um projeto de criação de um software ter sucesso, o foco deve ser colocado no longo prazo. Ou seja, o importante no desenvolvimento do software não é na velocidade que se entrega e sim na qualidade estrutural que ser constrói a solução.

Manutenibilidade é a questão principal de tudo, e para que isso tenha um custo razoável, é necessário que seja cuidada desde o primeiro dia de projeto.

Depois de muitos anos de fracassos, a indústria de desenvolvimento de software vem gradualmente entendendo o que faz os projetos terem sucesso. Práticas de projetos começaram a aparecer, por vezes, misturados com desinformação e alguns folclores técnicos, mas por tentativa e erro, as equipes de desenvolvimento de software ao redor do mundo começaram a separar o “joio do trigo”.

Para os interessados em realmente se aprofundar nesse assunto, veja nosso curso ead AQT M1 – Introdução a Arquitetura de Software com Java  que abre as cortinas e encaminha o desenvolvedor Java para conceitos e práticas mais básicas de arquitetura de software.

“Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai.” 1 João 2:15

Integração, Front-end Mobile, Microservices e Front-end JavaScript

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Nenhuma solução hoje nasce para ser executada sozinha. Inevitavelmente você terá que fazer integração da sua nova solução com outras existentes. Serviços de SMS, NFE, Gatway de pagamentos, serviços bancários e etc. A chave de sucesso para criação de um novo sistema hoje é saber conversar com outros!

Estamos também ligando aplicativos mobile no backend Java. Android, IOS, Windows Mobile e Apps Cordova Híbridos estão hoje sendo usado por milhares usuários, integrados com servidores Java.

Umas das novidades mais recentes é que em alguns casos específicos, estamos parando de desenvolver front-end na tecnologia Java, jogando toda a velha e conhecida estrutura MVC do servidor para o lado do cliente, usando novas tecnologias JavaScript com Node.js, NPM e Angular, tudo integrado com servidores Java.

Estamos quebrando soluções que se iniciaram como monolíticas e que acabam tomando proporções grandes, em soluções baseadas na filosofia de microservices, fazendo orquestração de todas elas de forma isolada e independente.

Integração, Front-end Mobile, Microservices e Front-end JavaScript

A base da implementação de todas essas features acima citadas é uso do modelo de web services REST que praticamente se torna a tecnologia para a implementação de todas essas opções de uso de arquitetura.

Para suprir então esse know-how, nós criamos um curso especifico e completo de web services REST com java, com o objetivo de capacitar um desenvolver Java para aprender e dominar essas nessas novas formas de arquitetura e aplicabilidade – Java EE REST – Desenvolvedor de Web Services REST. Bora aprender? Gostaria de treinar sua equipe toda? Entre em contato que podemos negociar bons descontos acima de 5 pessoas. Bom final de semana 🙂 .

“Então quem pode nos separar do amor de Cristo? Serão os sofrimentos, as dificuldades, a perseguição, a fome, a pobreza, o perigo ou a morte?” Romanos 8:35

Pacote Desenvolvedor Java Desktop

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Um desenvolver Java desktop é aquele profissional que sabe como construir soluções para ser distribuídas e instaladas em diferentes computadores. O que esse profissional precisar conhecer?

  1. Java básico: saber fazer lógica de programação usando a linguagem Java básica.
  2. Java OOP: saber representar o mundo real como objetos.
  3. Banco de dados relacionais: saber acessar bancos de dados relacionais para gerencias as informações.
  4. Interfaces gráficas desktop: saber criar interfaces gráficas multiplataformas a serem executadas em windows, linux, mac e etc.
  5. Arquitetura de software: saber criar e manter uma arquitetura de software que promova manutenibilidade e flexibilidade para evolução da solução.

Para suprir todo esse “know-how”, nós criamos um pacote especial que cobre esses conhecimentos de forma gradualmente e didaticamente sequenciados, oferecendo capitação completa com um super desconto de R$ 160,00 e 12 meses de estudo.

Java SE Desktop – Pacote Desenvolvedor de Soluções Java Desktop

“Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus.”João 1:12