Groovy

Seja livre com Groovy!

Postado em Atualizado em

imagesVocês já viram aqueles debates sem fim sobre uma coisa ser melhor que outra, no qual não existe uma verdade absoluta? Linux ou window? Vi ou emacs? Tabs ou spaces? Cristiano Ronaldo ou Leonel Messi? Android ou iOS?

Pois bem, é exatamente o que acontece hoje com as linguagens de programação. Muitos defendem as linguagens dinâmicas e outros as estáticas, alguns as fortemente tipada e outros fracamente tipadas. A onda agora é exaltar as linguagens que oferecem programação funcional declarativa e meter o pau nas linguagens imperativas. A questão real é que não existe verdade absoluta, cada uma das opções tem suas vantagens e desvantagens! É uma discussão sem vencedor.

Mas pense comigo…por que você precisa escolher um caminho? Por que não usar todos ao mesmo tempo?

Penso eu que, o objetivo de uma linguagem de programação não é forçar ou amarrar o programador a uma determinada forma, mas sim dar opções para ele usar o melhor em cada caso.

É exatamente o motivo do por que eu uso groovy!

Groovy é uma linguagem de programação oop, funcional, imperativa, declarativa, dinâmica, estática, fracamente tipada e fortemente tipada. Ela foi projetada reconhecendo o valor de cada uma dessas abordagens.

Assim, em groovy, é você quem decide a abordagem da programação!!!

O que eu mais curto nela é possibilidade de misturar todas essas opções no mesmo projeto, podendo então extrair o melhor de cada mundo em cada situação especifica.

Seja livre para decidir e ou misturar o melhor de cada abordagem na programação de suas soluções com a JVM. Ficou interessado nessa poderosa linguagem? Veja nossa grade de curso de Groovy com desconto de 10%. Te vejo por la.

“Alegrem-se sempre.” 1 Tessalonicenses 5:16

Porque eu uso Groovy? # 2

Postado em

Estes dias me perguntaram o por que eu parei de escrever meus programas Java com a linguagem Java e passei a utilizar a linguagem alternativa de Java chamado de Groovy. São vários os motivos, e hoje quero falar de alguns.

Dont Repeat Yourself – DRY

DRY é uma abreviação para o inglês Don’t Repeat Yourself, “Não se Repita”. É o primeiro princípio do desenvolvimento de software mencionado por Andy Hunt e Dave Thomas no clássico livro O Programador Pragmático. O princípio basicamente declara que não se pode fazer coisas repetidas ou duplicadas ao longo do desenvolvimento de software. Isso ocasiona alta manutenção, aumenta a complexidade, reduz a qualidade da solução final e deixa a coisa extremamente chato e cansativo de fazer.

Linguagem Java é repleta de DRY

Se você ainda não reparou, a linguagem Java padrão esta repleta de DRY, obrigando o desenvolver que a usa todos dias fazer a mesma coisa de sempre. E depois de 12 anos fazendo, eu simplesmente canseiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii 😦 .

Vamos a fatos?

Segue abaixo um simples POJO escrito na linguagem Java:

Segue abaixo o mesmo pojo escrito em groovy:

Vejamos os Dry’s:

  1. Na linguagem java você é obrigado a importar pacotes básicos para outras classes como Date e BigDecimal, sendo que o único import padrão é o java.lang. No groovy não, pois por padrão o groovy define vários pacotes bases com importação automática, sendo estes já importados implicitamente java.math. e java.util.
  2. Na linguagem java você é obrigado a digitar ponto e virgula no final de cada instrução. No groovy não, ponto e virgula é obrigatório somente se você for colocar mais de uma instrução por linha.
  3. Na linguagem java você é obrigado a digitar private para declarar atributos privados. No groovy não, pois todos os atributos de uma classe são por padrão private. Você já parou para pensar nisso? Regra básica de encapsulamento OOP diz que todos atributo de uma classe deve ser privado, ou seja, 90% dos casos, mas a linguagem java usa como padrão default? Me perdoem a grosseria, mas é muita “bobeira” isso…
  4. Na linguagem java você é obrigado a digitar public para declarar a classe pública. No groovy não, pois todas as classes são por padrão publica, sendo que á maioria dos casos. Me perdoem novamente, mas é bobeira igual ao item 2…..
  5. Na linguagem java você é obrigado a criar manualmente os grupos de construtores que vc deseja usar para criar seu objeto. No groovy não, pois existe um recurso dinâmico chamado de “Named Parameter Constructors” que gera automaticamente e dinamicamente qualquer combinação de grupos de construtores na criação de objetos.
  6. Na linguagem java você é obrigado a digitar os get’s e set’s para expor os atributos. No groovy não, pois eles serão automaticamente e dinamicamente gerado para você.

Qual a diferença?

Parando por aqui, e pontuando somente estes 5 recursos de muitos outros existente no groovy, você já ficaria com o pojo em java com 49 linhas e o em groovy com apenas 7 linhas. Ou seja, 700% a mais de código!!!! Imaginando que faremos um sistema com 500 classes, multiplica ai amigo e veja quanto de DRY você vai perder o seu precioso tempo digitando nesse projeto.

Se liberte

Vamos a verdade? O que eu vou falar pode doer em muita gente mas é a mais pura verdade: a linguagem java é verbosa e improdutiva. Todos que começam na plataforma Java tem que aprende-la, mas depois de passar por essa fase inicial, você não é mais obrigado a usa-la. Se liberte! Seja feliz!

Dentro da plataforma Java (JVM) hoje nós temos a liberdade de usar centenas de linguagens de programação diferentes, a gosto de cada “freguês”. Veja aula grátis sobre linguagens na JVM.

Observação

Estou te dizendo para trocar de linguagem de programação e não de plataforma! Você continua usando a plataforma Java, JDK e todas as mesmas opções de sempre: Spring, JPA, Hibernate, JSF, IReport etc…! Só que ao invés de programar usando a “velhinha” linguagem Java padrão, você passa a usar Groovy 🙂 . Mas já vou te avisando que é um caminho sem volta kkkk 😀 , depois de que você aprender, vai ter raiva de não ter usado bem antes!

Gostaria de aprender Groovy?

Colocamos a disposição nosso Pacote com 2 cursos de Groovy básico + avançado com 10% de desconto para você aprender uma linguagem realmente moderna, dinâmica e produtiva.

Filho, preste atenção quando o SENHOR Deus o castiga e não se desanime quando ele o repreende. Porque o SENHOR corrige quem ele ama, assim como um pai corrige o filho a quem ele quer bem.” Provérbios 3:11-12

Porque eu uso Groovy? # 1

Postado em Atualizado em

freedomEstes dias me perguntaram o por que eu parei de escrever meus programas Java com a linguagem Java e passei a utilizar a linguagem alternativa de Java chamado de Groovy. São vários os motivos, e hoje quero falar de alguns.

Dont Repeat Yourself – DRY

DRY é uma abreviação para o inglês Don’t Repeat Yourself, “Não se Repita”. É o primeiro princípio do desenvolvimento de software mencionado por Andy Hunt e Dave Thomas no clássico livro O Programador Pragmático. O princípio basicamente declara que não se pode fazer coisas repetidas ou duplicadas ao longo do desenvolvimento de software. Isso ocasiona alta manutenção, aumenta a complexidade, reduz a qualidade da solução final e deixa a coisa extremamente chato e cansativo de fazer.

Linguagem Java é repleta de DRY

Se você ainda não reparou, a linguagem Java padrão esta repleta de DRY, obrigando o desenvolver que a usa todos dias fazer a mesma coisa de sempre. E depois de 12 anos fazendo, eu simplesmente canseiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii 😦 .

Vamos a fatos?

Segue abaixo um simples POJO escrito na linguagem Java:
1

Segue abaixo o mesmo pojo escrito em groovy:
2

Vejamos os Dry’s

  1. Na linguagem java você é obrigado a digitar ponto e virgula no final de cada instrução. No groovy não, ponto e virgula é obrigatório somente se você for colocar mais de uma instrução por linha.
  2. Na linguagem java você é obrigado a digitar private para declarar atributos privados. No groovy não, pois todos os atributos de uma classe são por padrão private. Você já parou para pensar nisso? Regra básica de encapsulamento OOP diz que todos atributo de uma classe deve ser privado, ou seja, 90% dos casos, mas a linguagem java usa como padrão default? Me perdoem a grosseria, mas é muito “idiota” isso…
  3. Na linguagem java você é obrigado a digitar public para declarar a classe pública. No groovy não, pois todas as classes são por padrão publica, sendo que á maioria dos casos. Me perdoem novamente, mas é idiota igual ao item 2…..
  4. Na linguagem java você é obrigado a digitar os get’s e set’s para expor os atributos. No groovy não, pois eles serão automaticamente e dinamicamente gerado para você.
  5. Na linguagem java você é obrigado a importar pacotes básicos para outras classes como Date e BigDecimal, sendo que o único import padrão é o java.lang. No groovy não, pois por padrão o groovy define vários pacotes bases com importação automática, sendo estes já importados implicitamente java.math. e java.util.

Qual a diferença?

Parando por aqui, e pontuando somente estes 5 recursos de muitos outros existente no groovy, você já ficaria com o pojo em java com 34 linhas e o em groovy com 7 linhas. Ou seja, 485% a mais de código! Imaginando que faremos um sistema com 500 classes, multiplica ai amigo e veja quanto DRY você vai perder seu precioso tempo digitando nesse projeto.

Se liberte

Vamos a verdade? O que eu vou falar pode doer em muita gente mas é a mais pura verdade: a linguagem java é verbosa e improdutiva. Todos que começam na plataforma Java tem que aprende-la, mas depois de passar por essa fase inicial, você não é mais obrigado a usa-la. Se liberte! Seja feliz!

Dentro da plataforma Java (JVM) hoje nós temos a liberdade de usar centenas de linguagens de programação diferentes, a gosto de cada “freguês”. Veja aula grátis sobre linguagens na JVM.

Observação

Estou te dizendo para trocar de linguagem de programação e não de plataforma! Você continua usando a plataforma Java, JDK e todas as mesmas opções de sempre: Spring, JPA, Hibernate, JSF, IReport etc…! Só que ao invés de programar usando a “velhinha” linguagem Java padrão, você passa a usar Groovy 🙂 . Mas já vou te avisando que é um caminho sem volta kkkk 😀 , depois de que você aprender, vai ter raiva de não ter usado bem antes!

Gostaria de aprender Groovy?

Colocamos a disposição nosso Pacote com 2 cursos de Groovy básico + avançado com 10% de desconto para você aprender uma linguagem realmente moderna, dinâmica e produtiva.

“Procurem ter paz com todos e se esforcem para viver uma vida completamente dedicada ao Senhor, pois sem isso ninguém o verá.” Hebreus 12:14

Nova Versão Groovy 2.4.8

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Dia 10/01/17 foi lançado a nova versão do Groovy 2.4.8 com 86 bugs corrigidos. Segue abaixo atualização via maven:

sem-titulo

E você? Gostaria de ver a realidade de como a linguagem Java é velha, antiga, grossa, ultrapassada, verbosa e improdutiva? Venha aprender Groovy M1 – Pacote Desenvolvedor Groovy e mude o rumo da sua vida de desenvolvedor Java.

“Eu porei a minha esperança em Deus e ainda o louvarei. Ele é o meu Salvador e o meu Deus.” Salmos 42:11

Groovy + EJB = Feijões Mágicos

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51015-dd0bc957c5fe42809ec2b9ea3450e031Os conhecidos feijões java chamados de EJB são por si próprio capacitados com muitos poderes. O que aconteceria se, além disso eles fossem objetos Groovy? Acredito que virariam feijões mágicos kkkk !!!! Como fazer? Segue as dicas:

Ferramentas

Use as seguintes ferramentas:

  • Apache TomEE JavaEE 6 application server
  • Eclipse Java EE IDE for Web Developers
  • Groovy-Eclipse plugin
  • Maven

Projeto

Segue os passos resumido do projeto:

  1. Configure o TomEE no eclipse como Tomcat 7.
  2. Crie um projeto web maven: New project -> Maven Project.
  3. Adicione groovy no projeto: botão direto no projeto -> configure -> Convert to groovy project.
  4. Configure o pom para baixar as dependências básicas: junit e groovy.
  5. Crie o EJB com groovy+ teste no junit e rode usando servlet simples.

Fontes

Segue os prints:

pom

ejb

tdd

Servlet

Com a mistura do Groovy  + JEE7 um novo mundo de opções se abre. E você? Gostaria de aprender a usar Groovy? Veja nosso curso Groovy M1 – Pacote Desenvolvedor Groovy. Te aguardo por la…

“Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos.” Tiago 1:14

Seja livre com Groovy!

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imagesVocês já viram aqueles debates sem fim sobre uma coisa ser melhor que outra, no qual não existe uma verdade absoluta? Linux ou window? Vi ou emacs? Tabs ou spaces? Cristiano Ronaldo ou Leonel Messi? Android ou iOS?

Pois bem, é exatamente o que acontece hoje com as linguagens de programação. Muitos defendem as linguagens dinâmicas e outros as estáticas, alguns as fortemente tipada e outros fracamente tipadas. A onda agora é exaltar as linguagens que oferecem programação funcional declarativa e meter o pau nas linguagens imperativas. A questão real é que não existe verdade absoluta, cada uma das opções tem suas vantagens e desvantagens! É uma discussão sem vencedor.

Mas pense comigo…por que você precisa escolher um caminho? Por que não usar todos ao mesmo tempo?

Penso eu que o objetivo de uma linguagem de programação não é forçar ou amarrar o programador a uma determinada forma, mas sim dar opções para ele usar o melhor em cada caso.

É exatamente o motivo do por que eu uso groovy!

Groovy é uma linguagem de programação oop, funcional, imperativa, declarativa, dinâmica, estática, fracamente tipada e fortemente tipada. Ela foi projetada reconhecendo o valor de cada uma dessas abordagens.

Assim, em groovy, é você quem decide a abordagem da programação!!!

O que eu mais curto nela é possibilidade de misturar todas essas opções no mesmo projeto, podendo então extrair o melhor de cada mundo em cada situação especifica.

Seja livre para decidir e ou misturar o melhor de cada abordagem na programação de suas soluções com a JVM. Ficou interessado nessa poderosa linguagem? Veja nosso curso de Groovy.

“Alegrem-se sempre.” 1 Tessalonicenses 5:16

EJB + Groovy = Feijões Mágicos

Postado em Atualizado em

51015-dd0bc957c5fe42809ec2b9ea3450e031Os conhecidos feijões java chamados de EJB são por si próprio capacitados com muitos poderes. O que aconteceria se, além disso eles fossem objetos Groovy? Acredito que virariam feijões mágicos kkkk !!!! Como fazer? Segue as dicas:

Ferramentas

Use as seguintes ferramentas:

  • Apache TomEE JavaEE 6 application server
  • Eclipse Java EE IDE for Web Developers, versão Luna Release (4.4.0)
  • Groovy-Eclipse plugin
  • Maven

Projeto

Segue os passos resumido do projeto:

  1. Configure o TomEE no eclipse como Tomcat 7.
  2. Crie um projeto web maven: New project -> Maven Project.
  3. Adicione groovy no projeto: botão direto no projeto -> configure -> Convert to groovy project.
  4. Configure o pom para baixar as dependências básicas: junit e groovy.
  5. Crie o EJB com groovy+ teste no junit e rode usando servlet simples.

Fontes

Segue os prints:

pom

ejb

tdd

Servlet

Com a mistura do JEE7 + Groovy um novo mundo de opções se abre. Para os interessados no projeto e só me encaminhar um e-mail que eu envio ele zipado. Bom feriado para todos 🙂 !

“A luz raia nas trevas para o íntegro, para quem é misericordioso, compassivo e justo.” Salmos 112:4