As distorções no papel de arquiteto de software

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como-identificar-um-profissional-de-talento_Quando entrevisto candidatos à vagas de arquiteto de software, faço perguntas como: “Você acha que um arquiteto deveria programar?” Usualmente recebo uma destas duas respostas:

  • “Não, busco uma posição na qual eu não precise mais programar.”
  • “Eu adoraria continuar programando pelo menos um pouco mas, provavelmente, não terei tempo.”
  • “Já faz um tempo.”

Estas respostas são preocupantes. Desde quando evoluir profissionalmente em uma função da área técnica significa separar definições tecnológicas das atividades de desenvolvimento? Como alguém espera conseguir acompanhar o vasto cenário de opções em termos de tecnologia e compreender seu papel dentro das organizações, sem estar constantemente em contato com o time responsável pelo desenvolvimento destas tecnologias? Ou, ainda melhor, desenvolvendo ativamente as mesmas?

Veja o artigo completo no site infoq = http://www.infoq.com/br/articles/architects-should-code-bryson?utm_campaign=infoq_content&utm_source=infoq&utm_medium=feed&utm_term=global

Para os interessados no assunto, veja a nossa grade de treinamentos para novos aspirantes em arquitetos de software: https://fernandofranzini.wordpress.com/2015/01/12/treinamentos-arquitetura-de-software-2015/

“Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” Gálatas 3:28

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